segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mais glossário, para você estar a par em “informatiquês”

por Azevedo Pardinho (*)

Para quem acompanhou a edição anterior, separei alguns termos técnicos com seus respectivos significados, todos relacionados à rede de computador. Hoje agrupei alguns termos (produtos) com seus respectivos conceitos, para quem ainda tem alguma dúvida acerca dos equipamentos mais utilizados na informática e algumas características que podem ajudar na adequação de determinada tecnologia ao seu estilo de vida.

Desktop, ou simplesmente PC (personal computer), refere-se a um computador pessoal de mesa (desk=mesa, top= “em cima”), compreende no mínimo um gabinete (a popular CPU), um monitor, teclado e mouse. Pode acompanhar alguns acessórios como caixas de som, câmera web e impressora (multifuncional, ou não);

Notebook ou laptop: nos primórdios da computação pessoal, um notebook (inglês: caderno) era um computador portátil menor do que um laptop (lap: colo, top: em cima), hoje, no Brasil, são sinônimos, graças à evolução da tecnologia e a miniaturização dos componentes. Suas telas de LCD ou LED medem cerca de 15, 17 ou 21 polegadas.

Netbook: este já é um conceito mais recente (net=rede) e compreende equipamento portátil menor que um notebook, voltado para as funcionalidades da internet. Observe que ele tem recursos mais limitados e não tem leitor (gravador) de DVD, suas telas variam dentre 7, 9 e 10 polegadas. Atendem o perfil de estudantes pelo seu tamanho e portabilidade.

Mainframe ou servidores: mais destinados a empresas são poderosos PCs voltados para tarefas de servidores de rede ou aplicações mais complexas. Contrariando algumas expectativas futurólogas, com a possibilidade de computação em nuvem (clould computing), os mainframes existem e prometem ser muito úteis nesta “nova” forma de utilização da tecnologia.

All-in-one (tudo em um): assunto já retratado nesta coluna, estes fabricantes (ou montadores) “embutem” a CPU atrás da tela, normalmente de LCD, dispensando a utilização de muitos cabos, principalmente pelo recurs00o touch-screen (toque de tela) e dispositivos sem fio (mouse e teclado). Como ainda é um produto novo, é difícil antever se a “nova moda” vai pegar. Nos três primeiros meses de 2010 foram comercializadas 30 mil unidades (fonte: notícias r7), o que representa apenas 2% do mercado de desktops, mas parece despontar um mercado promissor.

Tablet-PC: e por falar em novidade, o tablet (tablóide, tablete ou prancheta), atualmente representado pelo Ipad, da Apple (90%), existindo também o da Galaxy Tab, da Samsung, é um portátil que serve para acessar a internet, ler e-books (livros eletrônicos) e organização pessoal ainda está insipiente no mercado brasileiro, porém sua rápida popularização é um sinal que a Apple (aquela empresa da maçãzinha) está de olho no público consumidor de classe B e C. E esperar pela reação dos concorrentes (Microsoft)!

Smartphones, Pocket PC, Black Berry, Palm, Hand-helds e similares: resta descrever sobre estes poderosos portáteis que também embutem uma CPU e possuem um sistema operacional que, apesar da telinha pequena, são excelentes ferramentas de comunicação (leia-se: celular) e organização pessoal. Os fabricantes têm surpreendido o mercado com lançamentos cada vez mais atraentes (custo x benefício) e garantem o seu espaço na modo-de-vida cada vez mais digital das pessoas. Por hora é só pessoal. Boa leitura e até a próxima edição!


(*) publicado originalmente em abril/2011 no Jornal Voz Tatuquarense

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